Alguns aspectos históricos da Bíblia

A Bíblia foi escrita por 40 autores, ao longo de um período de 1500 anos, e inspirada por Deus. Não é apenas mais um livro, mas sim uma mensagem poderosa de Deus para o Homem. Por isso, é chamada de «Palavra de Deus».

A Bíblia ensina-nos a viver neste Mundo e o caminho para a vida eterna.

É impressionante observar a actualidade da Bíblia. Ao longo dos últimos séculos milhares de pessoas têm experimentado o poder transformador desta mensagem.

A Bíblia teve um papel fundamental na abolição da escravatura e da tortura na História mundial. Teve um impacto significativo no melhoramento das escolas públicas, nas condições de trabalho e no sistema jurídico. A nossa linguagem, de uma maneira geral, foi muito influenciada pela Bíblia.

Encontramos entre os leitores mais assíduos da Bíblia personalidades como: Blaise Pascal (matemático e físico), Isaac Newton (físico e astrónomo), Thomas A. Edison (inventor da luz eléctrica), Alexander G. Bell (inventor do telefone) e Henri Dunant (fundador da Cruz Vermelha), entre muitos outros.

Louis Pasteur (1822-1895), o célebre bacteriologista conhecido no mundo inteiro pelo termo «pasteurização», escreveu : «O mundo irá rir-se da estupidez da filosofia moderna e materialista de hoje. Quanto mais eu estudo a Natureza, mais fico espantado e maravilhado com as obras do Criador. Eu oro a Deus enquanto trabalho no laboratório.»

Um jovem teve de fugir de casa, depois de se converter a Jesus, devido às ameaças violentas do seu pai. Quando saía disse-lhe: «Tu podes queimar a minha Bíblia, mas não o que está no fundo do meu coração».

Poderíamos acrescentar muitos outros argumentos mas a nossa convicção é de que só o Espírito de Deus pode convencer-nos a seguir o caminho da fé.
Ouvi uma história de um marxista que mostrava um homem mal vestido e dizia orgulhosamente: «O Marxismo pode dar uma nova roupa a este homem». Mas houve alguém que logo respondeu: «Jesus Cristo pode colocar dentro desta roupa um homem novo».

No fundo, esta é a diferença entre o que o Homem pode fazer e o que Deus pode realizar.

Alguns factos acerca da Bíblia
Sabia que...

  • a Bíblia previu a vida e a morte de Jesus, o Filho de Deus, séculos antes do seu nascimento? A Bíblia descreve o momento do nascimento, a sua mãe, a traição do Filho de Deus, o seu sofrimento, a forma como morreria, a reacção do povo, o golpe de lança que levaria no seu corpo, o seu sepultamento, a sua morte e ascensão aos Céus. Em Jesus cumpriram-se as profecias bíblicas da vinda do Messias.
  • a probabilidade de todos estes detalhes, acima citados, se cumprirem na vida de uma única pessoa era de apenas 1 para 100 000 000 000 000 000? Estes 100 mil biliões mostram que Jesus não era um homem comum, não foi apenas mais um homem a viver sobre a terra. Não! Ele foi único e na sua vida cumpriram-se TODAS as previsões bíblicas. Peter Stoner foi o cientista que calculou este valor, divulgado no seu livro: «Science Speaks».
  • a Bíblia fornece uma base importante aos arqueólogos e historiadores e que há centanas de descobertas que confirmam a fiabilidade histórica da Bíblia?
  • cada vez mais investigadores e cientistas reconhecem a Bíblia como autoridade absoluta e a utilizam como fonte privilegiada para as suas conclusões?
  • a Bíblia (integral ou parcialmente) já foi traduzida em 2.303 línguas?
  • muitas das pessoas que, no seu desespero, já não encontram motivos para viver, descobrem o seu propósito de vida ao ler a Bíblia?
  • a Bíblia está disponível em todo o tipo de formatos digitais e analógicos, inclusive em áudio, vídeo, na internet e em aplicações para computador, tablets e telemóveis?
  • no último século, as declarações proféticas da Bíblia como, por exemplo, acerca do regresso dos judeus para a Palestina, se têm cumprido?

Mas para que nos servem todas estas provas?

A própria Bíblia diz que nada diz nos adianta saber, visto que o que precisamos realmente é de ter fé.

“Sem fé ninguém pode agradar a Deus. Quem se aproxima de Deus deve acreditar que ele existe e recompensa os que o procuram.” Hebreus 11:6

A transmissão das Escrituras ao longo dos séculos 

A Bíblia é única na precisão e fiabilidade dos seus factos históricos. Se, de facto, confiamos em Deus, não precisamos de defender a Bíblia nem de esperar as confirmações da arqueologia. Até a convicção de que na época de Abraão não existia ainda a palavra escrita (cerca de 2000 a.C.) teve de ser revista. Estas escrituras existem desde há cerca de 5.000 anos. Foram encontradas na Mesopotânia, hoje o Iraque e a Síria, inscrições que, depois de decifradas, comprovam os mesmos nomes citados na Bíblia. Os hieróglifos do Egipto e da Babilónia foram tão bem desenvolvidos que ainda eram utilizados no ano 200 d.C.

Ao longo dos séculos, os homens conseguiram preservar e transmitir os textos que compõe a Bíblia de diferentes formas. Inscrições na pedra, barras de argila ou de bronze, esculpidos na madeira, escritos em papiros, telas e em pergaminhos. Os mais de 300 escritos antigos da Bíblia hebraica convergem entre si e confirmam a fiabilidade dos textos bíblicos que hoje lemos. Por respeito à Palavra de Deus, os judeus no passado e, ainda hoje, devem respeitar numerosas regras de transcrição dos textos sagrados. As letras de cada página ou a repetição de algumas palavras são contadas e verificadas várias vezes. O respeito profundo pela Palavra de Deus tem conduzido a enterrar literalmente os escritos antigos usados na Bíblia, para evitar que eles caiam nas mãos erradas. Por este motivo, não existe um único manuscrito completo do Antigo Testamento que date mais de 1000 anos.

Do Séc. VII ao Séc. IX, os Massoretas, os escribas judeus ou narradores da Lei, desenvolveram um sistema de pontos e traços para indicar vogais. Desta forma, o sentido original do texto foi mantido, para evitar interpretações erradas. Isto porque a língua hebraica já não era falada há muito tempo.

Na primavera de 1947, um jovem beduíno encontrou numa caverna nas montanhas escarpadas de Qumran, na costa ocidental do Mar Morto, frascos que continham pergaminhos de couro em surpreendentemente boas condições. A descoberta mais importante é o famoso Qumran, um rolo de Isaías, a mais antiga cópia hebraica conhecida de um livro da Bíblia completamente preservada. O texto foi escrito em 17 folhas de couro cosidas ao longo de um comprimento total de cerca de 7,3 m de 54 colunas. Ela foi feita no século II a.C. É fascinante ver que o texto não mostra nenhuma diferença em relação a uma versão moderna.

As descobertas do Mar Morto são tão vastas que, ao lado de muitos outros escritos e objectos, as partes de todos os livros do Antigo Testamento foram identificados.

A Bíblia é verdadeiramente única. É o livro mais bem preservado e mais lido de sempre.

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